As mulheres Segabinazzi da minha família

Na minha opinião, o sobrenome mais bonito dos meus antepassados.

Segabinazzi.

Infelizmente as mulheres não repassavam os sobrenome aos filhos, inclusive elas antes de 1948 não eram nem consideradas suficientes civilmente para passar a cidadania ao filho, pois isso surgiu a cidadania por via materna (judicial) , que nada mais é que "o filho(a) da primeira mulher da linha de antepassados nasceu antes de 1948. Nesse caso é necessário entrar com pedido judicial no tribunal de Roma para adquirir o reconhecimento da cidadania.

Na minha família, as mulheres sempre tiveram impressos fortes na historia e em particular as duas Segabinazzi que eu possuo: Rosa Pasqua Segabinazzi (mãe do meu bisavô Armando Francisco Socal e casada com Olinto Socal) e Judithe Segabinazzi (mâe da minha bisavó Carmelinda Da Ronch Socal e casada com Pietro da Ronch)

1. Felippo Valentino Perotti Segabinazzi 2. Praxedes Giordanni Segabinazzi Filhos: 3. Giovanni Giordanni Segabinazzi esposa: 4. Santa Cassol Trojan Segabinazzi 5. Benjamim Giordanni Segabinazzi 6. Santa Giordanni Segabinazzi Bortolin 7. Palmira Giordanni Segabinazzi Martini 8. Judithe Giordanni Segabinazzi Daronch - mãe do coroinha Adílio 9. Dosolina Segabinazzi Bastiani (está no colo de sua mãe, Santa T. Segabinazzi) 10. Francisco Perotti Segabinazzi 11. Catarina Rudari Segabinazzi ( esposa Francisco) Filhos: 12. Primo Rudari Segabinazzi 13. Rosa Pasqua Segabinazzi 14. Francisca Rudari Segabinazzi 15. Eugênio Rudari Segabinazzi 16. Virgilio Rudari Segabinazzi

Por volta de 1878, Felipe Segabinazzi e sua esposa Prexedes Jeordani, saíram de Beluno – Provincia do Tirol com destino à América, mais precisamente o Brasil, Rio Grande do Sul, pois viam nesta terra esperança de trabalho, progresso e felicidade, possibilitando, assim, melhores condições de vida para a família. Estabeleceram-se na região central do RS, inicialmente no povoado de Silveira Martins, onde tiveram os filhos Benjamim e João e deslocaram-se, posteriormente, para a Vila de Dona Francisca, onde fixaram residência. Eram milhares, os imigrantes que chegavam ao Rio Grande do Sul naquela época, para substituir a mão-de-obra escrava pelo trabalho assalariado. O trabalho árduo, mas gratificante. Da terra, fazia-se produzir o fumo, a cana-de-açúcar, a uva para o vinho, o feijão, a soja, o arroz. O arroz, que hoje, ao lado da pecuária é a base econômica do nosso Estado. À noite, depois do trabalho diário, a alegria imperava na casa. Com a família completa ao redor de uma mesa grande e sempre farta, entoavam-se as canções da longínqua pátria, a Itália. Eram a Santa Lucia, O Girato, o Hino do Imigrante e Marsolin de Fiori. Assim eram os imigrantes italianos: trabalhadores e muito alegres. Assim era a família Segabinazzi. Seu Ernesto Segabinazzi, neto de Felipe Segabinazzi, era homem de bem, preservador da família, do trabalho digno, sempre alegre e hospedeiro; casou-se em 1926 com a Sra. Ema Leonardi Segabinazzi, uma mulher de fibra, mãe zelosa e companheira de seu Ernesto por 58 anos. Seu Ernesto e a Sra. Ema construíram uma família de 14 filhos: Leonida, Ermida, Dário, Leonora, Benjamim, Elza, Eni, Geni, Judie, Armando, Sérgio, Acil, Dilema e Cleonice. Os membros da família residem hoje, nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No ano de 1955, Sr. Dário João Segabinazzi veio de Dona Francisca fazendo a viagem de trator para Alegrete quando tinha 22 anos. Aventurou-se a vir para Alegrete e construir aqui sua vida, pois ouvira dizer naquela época, de imigrantes aqui já estabelecidos, que a Fronteira-Oeste do Estado oferecia maiores possibilidades de trabalho e prosperidade. E assim, iniciou o cultivo do arroz em 1955, na localidade do Capivari, e em 1959 a pecuária. O Sr. Dário João Segabinazzi casou-se com Da. Leonida Mônego Segabinazzi em 1956 e constituíram uma família de 5 filhos: José Carlos, Luiz Carlos, Maribel, Lisiane e Cátia. Quinze anos mais tarde – 1970 – vieram para Alegrete os irmãos Armando Luiz Segabinazzi, Sérgio Francisco Segabinazzi e Acil Carlos Segabinazzi. Constituíram uma sociedade com o irmão Dário, na lavoura de arroz que permaneceu até 1983. O Sr. Armando Luiz Segabinazzi casou-se no ano de 1976 com a senhora Leonida Girardi Segabinazzi e constituíram uma família de 2 filhos: Rodrigo e Luciane. O Sr. Sérgio Francisco Segabinazzi casou-se co a Sra. Margarida Bortolin Segabinazzi no ano de 1974 e constituíram uma família de 3 filhos: Fabiane, Alexandre e Ethiane. O Sr. Acil Carlos Segabinazzi casou-se com a Srª Nilva Barchet Segabinazzi no ano de 1974 e construíram uma família de 3 filhos: Vandré, Daniela e Ernesto. “O respeito à família, o trabalho digno e a alegria são a herança que trouxemos da Itália e a contribuição que damos para o povo de Alegrete”.

Fonte: Srª Iza Sanchotene – maio/2009

Fonte: http://www.arrozeirosdealegrete.com.br/arroz/memorialdoarroz/familiasarrozeiras/segabinazzi/index.html

Contact

Follow

  • Branca ícone do YouTube

©2018 by Arrivoaitalia.com

This site was designed with the
.com
website builder. Create your website today.
Start Now